Empreendedores com mais de 45 anos já são 33,7% dos iniciantes no Brasil
Dados citados em artigo apontam avanço do empreendedorismo maduro e presença de mulheres mais velhas à frente de negócios.
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Empreendedores com mais de 45 anos representam 33,7% das pessoas em estágio inicial de um negócio no Brasil, segundo dados do Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2025 citados em artigo publicado em 22 de setembro. De acordo com o levantamento, é a primeira vez, desde o início da série brasileira em 2000, que essa faixa etária alcança cerca de um terço dos novos empreendedores.
O texto defende que quem abre uma empresa após anos de carreira pode aproveitar conhecimento do setor, experiência em negociações, relações profissionais e aprendizados acumulados. Para pequenos negócios, esses recursos podem ajudar a identificar problemas de mercado e tomar decisões, embora não garantam resultado.
Mulheres mais velhas à frente de negócios
Dados divulgados pelo Sebrae, também citados no artigo, mostram que 2,7 milhões de brasileiras com mais de 55 anos comandam negócios no país. O movimento inclui trajetórias profissionais que tiveram pausas, mudanças de área, maternidade ou responsabilidades familiares.
A autora do texto afirma que a experiência pode contribuir na formação de equipes e no entendimento de uma indústria. Ao mesmo tempo, ressalta que maturidade não elimina os desafios de empreender nem torna uma idade mais adequada que outra para começar.
Comunidade reúne 373 mulheres
Como exemplo, o artigo apresenta números do Ladies in Tech, comunidade da qual a autora é diretora há cinco anos. O grupo reúne 373 mulheres; 112 têm 45 anos ou mais, e 57 delas já passaram dos 50.
Empreendedorismo em números
Infográfico com dados das fontes citadas na notícia.
| Recorte | Quantidade |
|---|---|
| Integrantes do Ladies in Tech | 373 |
| Mulheres com 45 anos ou mais | 112 |
| Mulheres com mais de 50 anos | 57 |
| Empreendedores iniciantes com mais de 45 anos no Brasil | 33,7% |
Rede de contatos segue como desafio
Segundo a análise, profissionais que mudam de carreira ou deixam um cargo podem ter experiência, mas enfrentar menor visibilidade fora do ambiente onde atuavam. O texto diferencia começar uma empresa do zero de recomeçar com repertório acumulado.
A autora aponta a construção de rede como uma necessidade prática para quem entra no empreendedorismo depois de uma carreira consolidada. A sugestão apresentada é identificar pessoas que precisam saber sobre o novo negócio ou sobre o início da atividade empreendedora.
Com informações de correiodopovo.com.br.