Franquias de Santos faturam R$ 393,7 milhões no 2º trimestre de 2026
Receita cresceu 5,6% em um ano; alimentação, saúde e beleza e moda lideraram o faturamento local.
As franquias de Santos, no litoral paulista, faturaram R$ 393,7 milhões no segundo trimestre de 2026, alta de 5,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os dados são da Pesquisa Trimestral de Desempenho da Associação Brasileira de Franchising (ABF), que acompanha o setor entre abril e junho.
No segundo trimestre de 2025, o faturamento local havia sido de R$ 372,7 milhões. Em Santos, alimentação foi o segmento com maior receita, seguido por saúde, beleza e bem-estar e moda.
Segmentos com maior faturamento
As franquias de alimentação faturaram R$ 77,9 milhões no período. Saúde, beleza e bem-estar somaram R$ 69,1 milhões, enquanto moda registrou R$ 39,1 milhões.
Faturamento e segmentos de maior receita no segundo trimestre de 2026.
- 5,6%Crescimento localNa comparação anual
- R$ 77,9 milhõesAlimentaçãoMaior receita local
- R$ 69,1 milhõesSaúde, beleza e bem-estarFaturamento em Santos
- R$ 39,1 milhõesModaFaturamento em Santos
A pesquisa da ABF foi feita por amostragem. Segundo a entidade, os dados foram cruzados com informações de setores relacionados, órgãos governamentais e instituições parceiras e de ensino. O levantamento considera o mercado como um todo, incluindo empresas que não são associadas à associação.
Resultado nacional e setores em alta
No Brasil, o faturamento das franquias chegou a R$ 76,3 bilhões no segundo trimestre, crescimento de 9,3% em comparação com o mesmo período do ano anterior. No primeiro semestre, o setor avançou 9,7% e movimentou R$ 149 bilhões.
Entre os segmentos nacionais, limpeza e conservação teve o maior crescimento trimestral, de 17,6%. A ABF relaciona o desempenho à expansão de lavanderias expressas e de autosserviço e ao avanço dos serviços de limpeza profissional.
Saúde, beleza e bem-estar cresceu 15,2%, e alimentação, 13,7%. A associação também apontou altas em entretenimento e lazer, de 12,1%, e educação, de 11,8%.
Com informações de g1.
Foto de capa: xiquinhosilva/Wikimedia Commons (CC BY 4.0)
