Dupla é presa na Bahia por suspeita de golpe virtual contra empresa
Polícia Civil aponta prejuízo superior a R$ 400 mil e cumpriu ações em oito estados e no Distrito Federal.
Uma mulher de 37 anos e um homem de 20 foram presos na quinta-feira (24), em Porto Seguro, no extremo sul da Bahia, sob suspeita de participação em um golpe virtual contra uma empresa internacional de telecomunicações. Segundo a Polícia Civil, o caso provocou prejuízo superior a R$ 400 mil.
As prisões ocorreram durante a Operação Firewall, que investiga fraudes em transações bancárias. De acordo com a corporação, os investigados teriam obtido de forma fraudulenta chaves de acesso a contas correntes das vítimas e usado os dados para retirar dinheiro.
O que foi apreendido
A polícia informou que recolheu um tablet e dois celulares com a dupla durante a ação em Porto Seguro. Os aparelhos serão considerados no andamento das investigações sobre as movimentações bancárias atribuídas aos suspeitos.
A operação incluiu mandados de prisão e de busca e apreensão. A Polícia Civil não informou qual seria a relação entre os dois presos nem detalhou de que forma as chaves de acesso às contas foram obtidas.
Ação alcançou oito estados e o DF
Ao todo, 15 pessoas foram localizadas durante a Operação Firewall. As ações ocorreram na Bahia, no Pará, em Goiás, no Rio de Janeiro, em Mato Grosso do Sul, no Tocantins, no Ceará e no Distrito Federal.
Dados divulgados pela Polícia Civil sobre a ação.
- Mais de R$ 400 milPrejuízo informadoempresa de telecomunicações
- 15Pessoas localizadasdurante a operação
- 37 e 20 anosIdades dos presosmulher e homem
A operação foi conduzida com participação da Polícia Civil do Pará, por meio da Delegacia de Combate a Crimes Cibernéticos. A apuração trata de um caso que atingiu uma empresa de telecomunicações, segundo a Polícia Civil da Bahia.
O que se sabe sobre o caso
O valor do prejuízo foi informado pela polícia como superior a R$ 400 mil. A fonte também cita a quantia de R$ 424.700 mil, sem esclarecer a forma de apresentação desse número.
Não foram divulgados detalhes sobre outras pessoas investigadas, eventuais prisões em outros estados ou a fase seguinte do inquérito. A Polícia Civil também não identificou a empresa prejudicada.
Com informações de g1.
Foto de capa: Secom Bahia/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
