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Doença de Newcastle em SC: 133 granjas entram em monitoramento

O foco foi confirmado em uma criação comercial de perus em Nova Itaberaba; o controle inclui abate sanitário e desinfecção.

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) colocou 133 granjas sob monitoramento em quatro municípios do Oeste de Santa Catarina após a confirmação de um foco da doença de Newcastle em Nova Itaberaba. O governo estadual informou que recebeu a confirmação em 19 de outubro de 2026; o registro detalhado do Mapa aponta a confirmação em 18 de outubro.

O foco está em uma criação comercial com cerca de 6 mil perus. As autoridades determinaram o abate sanitário das aves e a limpeza e desinfecção das instalações. A medida busca conter a ocorrência e evitar que ela se espalhe para outros plantéis.

Onde foi confirmado o foco da doença de Newcastle em SC?

O foco foi localizado em uma granja de Nova Itaberaba, no Oeste catarinense. A vigilância também abrange Nova Erechim, Coronel Freitas e Águas Frias, onde ficam as propriedades incluídas no monitoramento informado pelo Mapa.

InfográficoO foco em números

Dados da ocorrência e da área monitorada em Santa Catarina.

133
granjas monitoradasem quatro municípios
  • 133Granjas monitoradasna área de vigilância
  • cerca de 6 milPerus na granjana propriedade com o foco
Fonte: Mapa e CidascFolha de Negócios

A ocorrência foi detectada durante uma investigação do Serviço Veterinário Oficial de Santa Catarina. A confirmação veio de exames feitos pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de São Paulo. Segundo a Cidasc, as aves da propriedade não apresentavam sinais clínicos, embora os testes tenham identificado o vírus.

O que é a doença de Newcastle e quais sintomas causa?

A doença de Newcastle é uma infecção viral que atinge aves domésticas e silvestres. O vírus responsável é o APMV-1, conforme as informações da Cidasc.

Entre os sinais que podem aparecer nas aves estão alterações respiratórias e digestivas, além de tremores, paralisia das asas ou das pernas, pescoço torcido e espasmos. A Cidasc orienta produtores a comunicar o órgão se notarem esses sinais, para que seja feita uma avaliação no local.

Como a doença de Newcastle é transmitida? O consumo de aves é seguro?

A transmissão ocorre pelo contato, não pelo consumo de carne ou ovos. O Mapa afirma que produtos avícolas de estabelecimentos submetidos à inspeção oficial continuam seguros para consumo.

Em humanos, a doença pode causar conjuntivite passageira, que costuma durar cerca de uma semana, segundo as informações divulgadas no caso. Produtos inspecionados podem ser identificados pelos selos SIM, SIE ou SIF nas embalagens.

Como prevenir e controlar a doença de Newcastle?

O controle do foco inclui restringir a movimentação de aves na propriedade, fazer o abate sanitário e higienizar as instalações. O estabelecimento foi interditado pelo Serviço Veterinário Oficial, e a Cidasc e o Mapa intensificaram a vigilância na região.

A Cidasc também reforçou a necessidade de manter medidas de biosseguridade nas granjas. A retomada da produção na propriedade dependerá do cumprimento dos procedimentos sanitários e de não surgirem novos casos.

Perguntas frequentes

Doença de Newcastle tem cura?

O material de referência informa que não há tratamento para a doença. No foco de Santa Catarina, as autoridades adotaram medidas sanitárias de contenção e erradicação.

Existe vacina contra a doença de Newcastle?

O material de referência cita vacinas vivas ou inativadas e indica que a vacinação deve seguir um programa próprio. As fontes da ocorrência em Santa Catarina não informaram mudanças nas orientações de vacinação.

A doença de Newcastle atinge galinhas e perus?

Sim. A doença afeta aves domésticas e silvestres; entre as espécies citadas no material de referência estão galinhas e perus. O foco confirmado em Nova Itaberaba ocorreu em uma criação de perus.

Foto de capa: Senado Federal/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Tiago da Silva Cândido

Tiago da Silva Cândido é especialista em SEO em Maceió (AL), com atuação em SEO técnico, e-commerce na plataforma VTEX, SaaS e link building. Coordena o link building da AceleraVix e o SEO da D2UN, e já passou por Moskit CRM, Agência FG e Carajás Home Center. É o responsável pelo Folha de Negócios.