Dívida boa ou ruim: quando o crédito ajuda e quando pesa no orçamento
A diferença está no destino do dinheiro, no custo dos juros e na capacidade de retorno da operação.
Nem toda dívida prejudica as finanças. A chamada dívida boa é aquela que pode elevar a renda ou contribuir para a formação de patrimônio, desde que o retorno obtido seja maior que o custo dos juros, segundo explicação publicada pelo g1 nesta sexta-feira (26).
Já a dívida ruim costuma estar ligada à antecipação de consumo e pode avançar mais rapidamente que a renda. Quando o endividamento é caro e não foi planejado, ele pressiona o orçamento e reduz a capacidade financeira de quem deve.
O que diferencia os dois tipos
A classificação não é uma questão moral, mas econômica. O ponto central é avaliar se o dinheiro tomado emprestado tem possibilidade de gerar retorno suficiente para compensar os juros cobrados.
Na dívida considerada boa, o crédito pode ser usado para ampliar ganhos ou construir patrimônio. Isso não elimina o custo da operação: a condição apontada pelo g1 é que o retorno seja superior aos juros.
Quando o endividamento vira problema
A dívida usada para adiantar consumo tende a não gerar renda nem patrimônio. Se crescer em ritmo superior ao da renda, passa a comprometer o orçamento disponível.
O g1 afirma que o endividamento caro e mal planejado é motivo de preocupação no Brasil. Entre os efeitos citados estão a perda de força do consumo e um possível impacto sobre o crescimento da economia.
O que observar antes de assumir uma dívida
A explicação do g1 indica que o problema não está simplesmente em ter uma dívida, mas em assumir um compromisso sem planejamento. Para diferenciar as situações, devem ser considerados o destino do dinheiro, os juros e a possibilidade de retorno.
Para quem organiza as próprias finanças, a comparação entre o custo do crédito e o resultado esperado ajuda a entender se a obrigação tende a contribuir para a renda ou a apertar o orçamento.
Com informações de g1.
