Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
Economia
Por Tiago da Silva Cândido · 26 de setembro de 2026
Lula assinou a medida provisória em São Paulo, na sexta-feira (25), para criar uma nova etapa de renegociação de dívidas.
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Credores apresentarão carteiras inadimplidas. A União comprará as ofertas com maior desconto e repassará o abatimento aos devedores.
Foto: Palácio do Planalto from Brasilia, Brasil/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
A regra pode incluir dívidas de água, luz e telefonia, além de pendências no varejo, se atenderem aos critérios da medida.
Foto: Palácio do Planalto from Brasilia, Brasil/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
90%
A União repassará integralmente ao devedor o desconto obtido na compra da carteira.
O parcelamento terá juros. O Conselho Monetário Nacional ainda definirá as regras de pagamento.
O governo estima R$ 75 bilhões em renegociações, com adesão parcial de credores e devedores, e até 15 milhões de beneficiados.
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R$ 592 bilhões
Em agosto, 83,9 milhões de pessoas estavam negativadas. Cada uma tinha, em média, quatro dívidas e R$ 7 mil em débitos.
Segundo o governo, cerca de 55% do estoque de débitos inadimplidos é de contas não bancárias.
A MP deve ser publicada em setembro de 2026. Propostas serão recebidas em novembro.
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