Foto: Senado Federal/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
Empresas e negócios
Por Tiago da Silva Cândido · 25 de setembro de 2026
O TST marcou para 29 de setembro, às 14h30, o julgamento do dissídio entre a Caixa e seus empregados.
Foto: Senado Federal/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
A paralisação é nacional. O caso foi ao tribunal após uma mediação entre o banco e os empregados terminar sem acordo.
Os empregados recusaram três propostas apresentadas pelo banco, incluindo a mais recente, segundo o g1.
Foto: Senado Federal/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
mais de 90%
Mais de 90% das bases sindicais não aceitaram a oferta inicial da Caixa, segundo a Contraf-CUT.
Foto: Senado Federal/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
Na sessão, os ministros podem aproximar a Caixa e os representantes dos empregados. Se houver consenso, o processo pode terminar em acordo.
Se não houver acordo, o tribunal poderá analisar os pontos do dissídio e estabelecer condições para o banco e os trabalhadores.
Foto: Senado Federal/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
A continuidade da mobilização dependerá do andamento do processo e das deliberações das partes envolvidas.
A greve não suspende vencimentos. Clientes devem usar os canais disponíveis para pagar no prazo e evitar juros e multas.
A Caixa diz que benefícios sociais são pagos sem ida à agência. Valores podem ser movimentados pelo Caixa Tem, App Caixa e cartão de débito.
Foto: Senado Federal/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)