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Foto: Roberto Fiadone/Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Américas

Pobreza na Argentina sobe a 32,3% no primeiro semestre

Por Tiago da Silva Cândido · 25 de setembro de 2026

Foto: Roberto Fiadone/Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

A pobreza atingiu 32,3% da população avaliada em 31 aglomerados urbanos da Argentina no primeiro semestre de 2026.

9,7 milhões

Pessoas abaixo da linha da pobreza

O total equivale a 32,3% da população avaliada, segundo o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos.

2,5 milhões estavam abaixo da linha da pobreza

Elas representavam 24,4% das famílias avaliadas pelo Indec.

Foto: Cancillería Argentina/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

2,2 milhões

A parcela da população indigente também cresceu

No segundo semestre de 2025, eram 1,9 milhão de pessoas, ou 6,3% do público avaliado.

O que o Indec considera

A medição inclui renda e acesso a alimentos, vestuário, transporte, educação e saúde. Indigentes não têm renda para a cesta alimentar diária.

Foto: Roberto Fiadone/Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Foto: Cancillería Argentina/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Desemprego chegou ao maior nível desde 2021

A taxa foi a 7,9%. Quase metade da população economicamente ativa está na informalidade.

A inflação voltou a acelerar em 2026

Nos dois primeiros anos do governo de Javier Milei, a taxa em 12 meses caiu de quase 290% para cerca de 30%.

Empresas fecharam desde a posse

Cerca de 30 mil fecharam. Críticos citam cortes de gastos, fim de subsídios e importações flexíveis.

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Empregos e salários reais são apontados como decisivos

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