Foto: U.S. Department of State from United States/Wikimedia Commons (Public domain)
Mundo
Por Tiago da Silva Cândido · 24 de setembro de 2026
Foto: U.S. Department of State from United States/Wikimedia Commons (domínio público)
Em 23 de setembro, líderes de OpenAI, Anthropic e Hugging Face participaram de reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Há alertas de que sistemas de IA podem adquirir capacidades fora do controle humano e ajudar em ataques cibernéticos.
Foto: HaeB/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
O CEO Dario Amodei afirmou que a inteligência artificial pode representar um risco para a humanidade se for mal administrada.
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O CEO disse que decisões sobre IA não devem ficar concentradas em laboratórios de São Francisco.
Clement Delangue disse que ferramentas de IA também responderam a ataques cibernéticos, em referência a uma invasão revelada em julho.
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Kratsios disse que é preciso compreender a IA para governá-la. Fu Cong defendeu regras, respostas a emergências e cooperação entre países.
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Yoshua Bengio classificou os perigos da IA como reais e iminentes. Segundo ele, nenhum país consegue conter sozinho uma ameaça transnacional.
A reunião expôs a disputa sobre quem deve criar regras para a IA e como países podem coordenar respostas a riscos transnacionais.
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