Foto: United States Department of the Treasury/Wikimedia Commons (Public domain)
Américas
Por Tiago da Silva Cândido · 24 de setembro de 2026
Estados Unidos e China estenderam a trégua comercial até janeiro, anunciou Scott Bessent na quarta-feira, 23 de setembro.
Foto: United States Department of the Treasury/Wikimedia Commons (domínio público)
O entendimento negociado em maio, em Busan, na Coreia do Sul, venceria em 10 de novembro. A extensão é de dois meses.
Foto: Daniel Torok/Wikimedia Commons (domínio público)
Bessent se reuniu pela segunda vez em quatro dias com He Lifeng, vice-primeiro-ministro chinês, antes do encontro entre Trump e Xi.
Foto: United States Department of the Treasury/Wikimedia Commons (Public domain)
Em 12 horas de conversas no domingo, a China levantou a possibilidade de um entendimento comercial mais abrangente. Bessent não detalhou a proposta.
US$ 30 bilhões
A cúpula pode anunciar a intenção de eliminar tarifas sobre produtos não essenciais nesse valor.
A China atende à meta de 25 milhões de toneladas de soja, mas fica abaixo dos US$ 17 bilhões em outros produtos agrícolas, segundo Bessent.
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O acordo de Busan reduziu tarifas que chegaram a percentuais de três dígitos. A China também se comprometeu a retomar o fluxo de ímãs e minerais críticos.
As delegações concordaram em criar uma linha direta para comunicar incidentes de segurança com IA. A Xinhua não esclareceu a posição de Pequim.
A cúpula de 24 de setembro pode tratar de serviços financeiros e compras agrícolas.
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