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Foto: Daniel Torok/Wikimedia Commons (Public domain)

Américas

Brasil vê risco de interferência dos EUA no Escudo das Américas

Por Tiago da Silva Cândido · 24 de setembro de 2026

Foto: Daniel Torok/Wikimedia Commons (domínio público)

Na terça-feira (22), 13 países da América Latina se reuniram na Assembleia da ONU para discutir o combate ao crime organizado.

O país não foi convidado

O Planalto teme que a coalizão liderada por Donald Trump abra espaço para interferência dos EUA em decisões de países latino-americanos.

Foto: Palácio do Planalto from Brasilia, Brasil/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

13 países

Países que participaram

O grupo reuniu 13 países da América Latina. Argentina, Paraguai e Chile estão entre os que aderiram.

Foto: Palácio do Planalto from Brasilia, Brasil/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Temor inclui setores estratégicos

O governo avalia que uma ampliação do grupo poderia alcançar economia, infraestrutura, minerais críticos e terras raras.

Documento cita minerais e influência chinesa

A estratégia dos EUA prevê predominância no Hemisfério Ocidental e acesso a minerais críticos.

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Especialista questiona alcance da coalizão

Cecília Olliveira, do Instituto Fogo Cruzado, diz que reconhecer facções como terroristas não enfrenta o principal desafio no Brasil.

Rastrear dinheiro pode ser mais efetivo

Olliveira defende integrar órgãos e atingir empresas, fundos, fintechs e patrimônios ligados às redes criminosas. Cita a Carbono Oculto.

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Brasil prevê manter cooperação com vizinhos

O Planalto espera que Washington aguarde a primeira etapa da eleição, em 4 de outubro, antes de rever estratégias para o segundo turno.

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